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Correio da Manhã

Opinião
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Piloto morre em corrida de motos no Estoril

Eduardo Dâmaso

A revolução de Morgado

Maria José Morgado sempre ‘revolucionou’ os lugares por onde andou. Na Boa-Hora foi uma lufada de ar fresco. Na PJ deu a volta ao combate ao crime económico. De tal modo que rapidamente se tornou incómoda e foi forçada a uma travessia do deserto.

Eduardo Dâmaso(eduardodamaso@sabado.cofina.pt) 17 de Novembro de 2008 às 00:30

Agora, contra uma certa mentalidade burocrática que reina no Ministério Público, está a conseguir bons resultados no Departamento de Investigação e Acção Penal. O mais interessante é que está a obter resultados com os mesmos – ou menos – meios que encontrou e de modo multiforme. Isto é, tanto está a conseguir resultados – acusações e presos – na repressão do crime violento como mantém alta a pressão no crime económico. Aqui as leis penais em vigor quase proíbem fazer presos, mas o DIAP acusa e recupera receita.

Esta revolução silenciosa que Maria José Morgado está a fazer é o resultado de uma boa dinamização das equipas. Ela é o rosto que personaliza as capacidades de trabalho próprias e dos procuradores do DIAP. Assim esta revolução silenciosa gerasse um verdadeiro processo revolucionário em curso (prec) pelo País. Ficam os votos!

P.S. – A recusa do PS em ouvir Dias Loureiro no Parlamento sobre o caso BPN é uma vergonha a que o próprio deveria ser poupado!

 

 

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