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Correio da Manhã

Opinião
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27 de Agosto de 2011 às 00:30

Para recuperar o controlo comercial sobre o que escreveu, e para defender que uma boa canção dispensa a verificação etária, deu a volta ao texto. Chega ao terceiro volume de ‘Close-Up’, dedicado ao conceito ‘States of Being’ (sucede a ‘Love Songs e People & Places’).

A sedução renova-se, a dose quanto baste de mistério apimenta-se, a voz ganha experiências. O inédito – ‘Instant of the Hour After’ – é só o argumento final. A viagem deixa os hábitos a cheirar a estreias. ‘Cracking’ ou ‘Penitent’ explicam. Nada se perdeu, tudo mudou.

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