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Correio da Manhã

Opinião
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Armando Esteves Pereira

A soberania dos credores

O euro é a moeda de duas realidades económicas que fazem lembrar a velha história da panela de ferro e da panela de barro.

Armando Esteves Pereira(armandoestevespereira@cmjornal.pt) 5 de Dezembro de 2011 às 01:00

De um lado está a Alemanha e outras economias competitivas do Norte, com finanças equilibradas (Holanda, Áustria e Finlândia). No lado do barro estão os países do sul e periféricos, os PIIGS (Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha). Grécia foi o elo mais fraco, mas em todos os países do sul o euro, de juros baixos, teve o mesmo efeito da droga oferecida por traficantes às portas das escolas. Se o euro sobreviver não significa que o futuro seja brilhante. As regras impostas pela Alemanha vão tirar o que resta de soberania aos elos mais fracos. No plano da senhora Merkel quem tem dívidas, não tem direito à democracia.

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