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Correio da Manhã

Opinião
8
26 de Outubro de 2010 às 00:30

Abel é um sobrevivente e reclama um lugar de destaque na equipa leonina, exorbitando as qualidades e o empenho. Nestes dias, sente-se no paraíso, enquanto Paulo Sérgio enfrenta uma pequena complicação com o deslocamento de João Pereira, quando era considerado o melhor lateral do país, para uma função diferente e que até se tornou dependente do próprio Abel.

Um e outro marcaram os dois últimos golos do Sporting na Liga e combinaram entre ambos o golo que derrotou o Rio Ave, substituindo-se aos perdulários avançados e garantindo 4 pontos importantes, mas a realidade é diferente, porque o futebol é um desporto colectivo – e o Sporting está mais perto do purgatório do que do paraíso. Os treinadores dizem que gostam de jogadores que lhes provoquem ‘boas’ dores de cabeça, discutindo a titularidade e mostrando-se disponíveis, mas a teoria ajusta-se melhor quando há lugar para todos. Ora, esta solução não é definitiva, e um deles vai ter de sair do onze. Mas, para Abel, já valeu a pena.

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