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Correio da Manhã

Opinião
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21 de Dezembro de 2011 às 01:00

A intenção é que as reformas anunciadas – e são várias e muito duras, da Segurança Social às leis laborais – não sejam entendidas como uma imposição da troika, mas como um desígnio com vista ao crescimento económico, única forma de combater o desemprego. A nova "narrativa" precisa de mais protagonistas, além do primeiro-ministro, Passos Coelho, do governante multifunções, Miguel Relvas, ou do melancólico mas popular ministro das Finanças, Vítor Gaspar.

Se a economia é o tema forte do próximo ano, presume-se que o respectivo responsável, Álvaro Santos Pereira, ocupe um lugar de destaque no palco nacional. Em 2011, Santos Pereira foi vítima de um dos desportos preferidos dos comentadores, o chamado ‘tiro ao Álvaro’. Convém que, em 2012, o ministro da Economia seja mais que um ‘Álvaro em movimento’. Tem de provar que é um político e não apenas um académico brilhante importado do Canadá.

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