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Correio da Manhã

Opinião
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Piloto morre em corrida de motos no Estoril

João Pereira Coutinho

Amanhã há mais

Portugal faz lembrar uma peça de teatro: estamos à espera que algo apareça e nada aparece.

João Pereira Coutinho 3 de Maio de 2013 às 01:00

O líder da oposição quer ‘crescimento’ e ‘emprego’. Não diz como nem onde nem quando. O governo quer cortar a sério na despesa. Só hoje promete dizer como e onde e quando. De modos que o comentador também gostava de comentar alguma coisa.

Mas ainda não sabe como nem onde nem quando. O que sabe é que existe uma nova ‘tranche’ de dois mil milhões de euros que só vem se o país trinchar a despesa. E essa era a única pergunta que devia ser feita ao líder da oposição: o que faria ele se fosse governo? Recusaria os cortes, recusando o cheque? Ou meteria a viola ao saco e, já agora, faria o que o governo promete para a hora do jantar? Porque sem cortes, não há cheque. Nem jantar.

Até haver respostas, o colunista vai reunir consigo próprio (hoje) e promete uma nova coluna (para amanhã).

Texto escrito com a antiga grafia

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