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Correio da Manhã

Opinião
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F. Falcão-Machado

Ambientes estivais

Este clima de verão, ora quente ora frio, e as alergias dos banhistas nas praias lembram-nos que o crescimento económico depende também do ambiente.

F. Falcão-Machado 19 de Julho de 2013 às 01:00

Tem-se exigido às instâncias internacionais uma intervenção disciplinadora nos mercados e na especulação financeira. Mas deve exigir-se igualmente um controlo permanente do equilíbrio ecológico que torne possível a sobrevivência do planeta.

Impor o crescimento económico a qualquer preço tem riscos, sobretudo quando implica modelos de efeitos poluidores. A questão vem sendo encarada muito a sério pela ONU e pelo Banco Mundial, apesar dos resultados modestos das últimas Cimeiras do Ambiente. E alguns países de referência começam a mostrar uma sensibilidade encorajadora para o problema. É o caso das negociações em curso entre os EUA e a China sobre combustíveis poluentes.

Por outro lado, há que valorizar a pesquisa científica que continua a ser de-senvolvida em áreas vitais como a das energias renováveis. O que mostra a consciência de que a defesa do ambiente é também a defesa da nossa segurança económica.

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