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Correio da Manhã

Opinião
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Paulo Fonte

Ano de todos os perigos

Em ano de eleições no Benfica, o sucesso inicial de Jorge Jesus é o carimbo para a continuidade de Luís Filipe Vieira. O presidente do clube sabe bem da importância das primeiras jornadas da Liga e o seu reflexo no acto eleitoral a realizar em Outubro. Um mau arranque dos encarnados complica a reeleição, mesmo sabendo-se do papel de Vieira na recuperação da credibilidade do emblema.

Paulo Fonte(paulofonte@cmjornal.pt) 4 de Julho de 2012 às 01:00

O líder encarnado já disse que o Benfica vai ter um plantel de fazer inveja a muitos grandes da Europa. Uma afirmação perigosa, a fazer lembrar outras proferidas no passado e que lhe valeram um movimento de contestação, bem visível nas paredes circundantes ao estádio da Luz. A mesma frase implica um acréscimo de pressão sobre o trabalho de Jesus, e, ao mesmo tempo, não permite uma margem de erro nas contratações. Para já, a julgar pelo que tem sido noticiado, a possibilidade de clubes rivais desviarem jogadores já referenciados não augura nada de positivo e parece um déjà vu.

Jorge Jesus sabe bem que este é um ano decisivo. Já sublinhou estar obrigado a ser campeão. Depois de ter conquistado uma Liga e dois segundos lugares, para a grandeza do Benfica um novo falhanço significa um fim que pode arrastar a direcção.

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