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Correio da Manhã

Opinião
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Piloto morre em corrida de motos no Estoril

Octávio Ribeiro

Ao invés de Aljubarrota

Este sim, é um jogo de tudo ou nada. De nada, que a eliminação aos pés da federação de Madrid seria o fim mais doloroso desta caminhada.

Octávio Ribeiro(octavioribeiro@cmjornal.pt) 29 de Junho de 2010 às 00:30

De tudo, pois passa-se exactamente frente a Espanha – nosso vizinho hegemónico, da Telefónica à banca; do abraço imperial ao Real Madrid.

Se a selecção de Queiroz vencer hoje, tudo o que vier depois será um bom acréscimo. Mas o essencial da missão estará cumprido: passou a fase de grupos e fortaleceu a imagem de um Portugal capaz de bater os mais fortes.

Esta selecção de Carlos Queiroz e Ronaldo logrará hoje vencer o medo? Suplantar-se no grande palco global e mandar para casa esta federação de estrelas com prevalência catalã?

Mais que do potencial contrário, elevadíssimo mas sem segredos disponíveis, o perigo de eliminação vem do nosso campo. Do espírito que só Queiroz pode lançar na equipa portuguesa.

Para este jogo não serve a estratégia de Aljubarrota. Vão estar onze contra onze, e a vitória portuguesa escava--se com coragem e sacrifício na pressão que asfixia longe da baliza de Eduardo.

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