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Correio da Manhã

Opinião
1
18 de Novembro de 2003 às 00:22
SIM
Por alguma razão os jogos explorados pela Santa Casa têm o nome de sociais. Boa parte das receitas destina-se a quem, de facto, precisa de ajuda. A Santa Casa desenvolve a sua obra apoiando crianças, idosos carenciados, deficientes e bombeiros. As receitas do jogo também servem para combater a droga e a sida. Com a liberalização corre-se o risco de boa parte das receitas ficar no bolso de quem não necessita. Mais do que geradora de dinheiro a Santa Casa é uma distribuidora de riqueza. Que assim continue.
Rogério Chambel, subeditor de Sociedade
NÃO
Se o Governo faz da privatização de serviços fundamentais do Estado uma estratégia marcadamente política e financeira (qualquer dia um tipo nasce, morre e é enterrado ‘na privada’), por que razão deve o Estado ter o monopólio dos jogos sociais. O Governo deve criar condições para que a iniciativa privada possa oferecer os melhores serviços em matéria de jogos – o cidadão escolherá. Em ambiente de concorrência geram-se mais receitas e, por consequência, mais impostos para os tais fins sociais.
Edgardo Pacheco, Editor de Política
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