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Magalhães e Silva

As férias

Aqui há uns anos, um semanário de referência dava nota, na secção de coscuvilho, de que um ministro sueco se encontrava a passar férias no Algarve, e que ficaria um mês e meio. A trabalhar doze horas por dia, dizia o ministro, é o que preciso para carregar baterias.

Magalhães e Silva 21 de Agosto de 2011 às 00:30

Vem isto a propósito do "Governo sem férias" e do "Parlamento sem férias", que foi cartão--de-visita do novel executivo.

Antes de mais, é mais uma promessa não cumprida, pois, embora por curtos períodos, toda a gente foi de férias, com direito a reportagem das revistas do social e tudo.

Depois, porque não parto do princípio de que os políticos sejam um coio de madraços, só fazia sentido que, mais curtas do que o habitual, tivessem férias, com alternância de pessoas para assegurar a continuidade do que não pudesse parar.

Finalmente, porque 2011/2012, se for tratado à séria, vai ser de tal modo exigente que prescindir de férias, de todo em todo, é pôr a eficácia à trela da demagogia.

Menos propaganda e... férias q.b., é o que a cidadania exige, nesta hora, ao Governo e aos Deputados.

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