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Correio da Manhã

Opinião
18 de Novembro de 2010 às 14:00

Uma das cadeiras do curso, o Inglês Técnico, foi feita por fax para o gabinete do reitor. Depois disso, a propósito disto ou daquilo, lá vem a mesma conversa, algumas vezes alimentada pelo próprio José Sócrates. Como na recente viagem aos Estados Unidos.

Aconselhado por Manuel Pinho, o célebre ministro dos cornos, decidiu começar uma intervenção dirigida aos alunos de uma universidade americana com o aviso solene de que iria falar num mau inglês. A coisa deu logo imenso brado e o vídeo fez um imenso sucesso no YouTube. Acontece que ‘Correio Indiscreto’, sempre preocupado com a imagem do País e, vá lá, do próprio primeiro-ministro, andou por aí a fazer uma pequena investigação e chegou à conclusão de que José Sócrates tem a solução para o seu problema mesmo à porta de casa.

De facto, o Wall Street Institute, que fez uma hilariante campanha de publicidade com o famoso Zezé Camarinha, que também falava um inglês muito próprio, tem a sua sede no prédio onde vive o primeiro-ministro. Basta apanhar o elevador. É fácil, deve ser barato e dá resultados.

SÓ VISTO

O BACALHAU AINDA TEM UM REGULADOR?

O Governo acordou bem-disposto e decidiu enviar para a Assembleia da República uma proposta de lei que prevê a revogação expressa de 430 diplomas que já não são aplicados nos dias de hoje, mas que, diz o Executivo, "podem suscitar dúvidas quando à sua vigência actual". Um é o decreto que demitiu da Corporação dos Oficiais da Armada o almirante Américo Tomás. Outro alterou a composição da Comissão Reguladora do Bacalhau. O ridículo não mata, mas mói. E não paga imposto.

INGLÊS TÉCNICO

O JORGE BOSS DA COVILHÃ

A cidade da Covilhã foi o palco de um recente Congresso Sefardita. Jorge Patrão, amigo de Sócrates e presidente do Turismo da Serra da Estrela, decidiu enviar uma mensagem. Em português. Depois meteu a coisa no tradutor Google e enviou o simpático texto aos congressistas. Assinado por Jorge Boss.

SOPINHAS À PARTE

RICARDO ADORA A SUA ZEZINHA

O palhaço de Maria José Nogueira andou nas bocas do mundo por se ter queixado dos cortes salariais e até pediu que a cantina parlamentar abrisse ao jantar. Pois é. Ricardo Gonçalves sofreu tanto com a história que encontrou um colo amigo na sua colega Zezinha. Depois da zanga veio a bonança e agora andam os dois, felizes e contentes, a visitar hospitais por montes e vales. Um é o palhacinho pobre, um homem do Minho. A outra, uma palhacinha rica. Uma queque da linha.

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