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Correio da Manhã

Opinião
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Paulo Rodrigues

Até onde levar a luta

Os polícias têm contestado de forma firme e determinada as políticas e decisões que o MAI tem implementado na PSP.

Paulo Rodrigues 19 de Março de 2011 às 00:30

Com responsabilidade, verticalidade e bom senso. Utilizando os mecanismos que têm ao seu dispor, nomeadamente através das iniciativas de rua. Estas iniciativas pretendem sensibilizar o Governo e mais precisamente o MAI sobre as matérias que estão a criar problemas que poderão vir a custar caro ao País e à segurança pública. Mas o MAI faz ouvidos moucos a todos estes alertas dos polícias.

Esquece-se que essa atitude cria maior revolta no seio da Instituição e que pode desestabilizar de forma irreparável a serenidade dentro de uma força de segurança como a PSP. É mais do que visível que dentro da PSP, mesmo os profissionais não adeptos de radicalismos, não percebem como é possível o MAI menosprezar desta forma os polícias, não cumprindo a Lei que impôs. Actualmente emerge um espírito de revolta interna onde os radicalismos ganham cada vez mais adeptos.

Esperamos que o futuro Director Nacional da PSP, que toma posse a 25 de Março, tenha como primeira exigência ao Governo o cumprimento da Lei no que diz respeito à tabela remuneratória do efectivo e nos traga a serenidade que começa a ser imprescindível para todos.

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