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Correio da Manhã

Opinião
11 de Agosto de 2003 às 00:00
É óbvio e compreensível que os contribuintes se sintam incomodados com o pagamento de impostos, mas temos de ter consciência das reais necessidades do País.
Vivemos momentos dramáticos com as consequências dos devastadores incêndios que grassam pelo País e o cidadão começa a entender que os meios para os combater são escassos, daí advindo mais pobreza para um país já com fracos recursos económicos.
A criação de um imposto especial de incêndios seria de fácil cálculo, uma vez que a Administração Fiscal possui o cadastro dos prédios rústicos, que contém as áreas respectivas.
Os contribuintes suportariam mais um imposto, porquanto saberiam que a sua aplicação se destinava a um contributo nacional, tendo por objectivo o bem do País na sua riqueza mais nobre: as florestas.
O cidadão não contestaria uma medida deste género pois visionava de imediato que não se estava a tentar tapar buracos orçamentais, mas sim angariando verbas para auxílio e protecção das famílias.
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