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Correio da Manhã

Opinião
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Paulo Rodrigues

Autoridade da polícia

Em Portugal já estamos habituados à impunidade recorrente a que estão sujeitos os responsáveis de alguns clubes de futebol pelas suas habilidades gestionárias pouco claras e até pela prática de crimes no decorrer da preparação ou realização dos jogos.

Paulo Rodrigues 26 de Maio de 2012 às 01:00

Quantas vezes assistimos a cenas no interior dos estádios que mais parecem filmes de guerra e em que as ditas claques actuam como bandos de criminosos, agindo com extrema violência até para com os Polícias. Não é de estranhar já que, não menos vezes, assistimos a dirigentes de alguns clubes de futebol, que confundem o seu âmbito de interferência com o âmbito e a própria autoridade do Estado. Esquecem-se alguns que as Instituições Públicas e os seus funcionários são os representantes dos Estado no âmbito da sua missão e devem por isso ser respeitados até ao limite da Lei. Mas, vá lá saber-se porquê, os polícias nestes contextos têm sido tratados como bodes expiatórios. Acredito, por isso, que a PSP, em relação ao jogo no Dragão Caixa, agirá com a razão e firmeza que a autoridade e a lei lhe confere.

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