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Correio da Manhã

Opinião
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21 de Agosto de 2007 às 00:00
A pré-época do Benfica deve começar a 30 ou 31 de Agosto, a data provável para a definição do plantel, logo do ‘onze’. Por razões várias, Fernando Santos alinhou no Bessa diversos jogadores que se conhecem mal. Cardozo começou a descobrir Nuno Gomes com o Copenhaga; Nuno Assis só treinava; Luís Filipe fez dupla pela primeira vez com Nélson e Katsouranis é um médio que desenrasca a central. Neste panorama, Santos deveria ter optado por um sistema mais tradicional, com dois extremos e um meio-campo de três.
Ou um assumido 4-4-2 à inglesa. A interpretação do losango é algo que exige tempo e treino. No ano passado, a dinâmica de Miccoli e Simão emprestava ao sistema uma graça que até funcionava.
Rui Costa e Cardozo são diferentes, mais de bola no pé e menos dados a desmarcações. Nuno Gomes, o factor comum às duas temporadas, simplesmente não tem ritmo. Acresce o equívoco maior, colocar dois jogadores iguais no mesmo flanco: Nélson e Luís Filipe. Santos baralhou-se com tanto ruído no plantel. A segunda pré-época do Benfica será da responsabilidade de Camacho.
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