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Correio da Manhã

Opinião
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28 de Fevereiro de 2006 às 00:00
O Benfica ganhou o clássico porque defendeu bem e beneficiou do ‘incidente’ protagonizado por Baía. Koeman apostou o mínimo. Karagounis por Beto, posse de bola em vez de força. O resto era defender o melhor possível e isso o Benfica sabe fazer bem. Ao marcar na perfeição Quaresma e Lucho, o Benfica resolveu parte do problema.
O jogo foi quase sempre feio, com pouco espaço, era precisamente essa a aposta de Koeman. Quanto menos redonda andasse a bola, maiores seriam as hipóteses de vencer. Como perante o Liverpool, um livre desfez o equilíbrio. Foi o tal ‘incidente’, com Robert a enganar Baía.
A 2.ª parte só foi diferente porque o FC Porto atacou mais. Podia ter marcado, mas também permitiu oportunidades ao Benfica. Mas cedo ficou visível que o campeão estava como queria: encostado atrás, suportado numa defesa sólida e num meio-campo de trabalho. Resolvido este problema chamado FC Porto e conseguido um feito histórico (duas vitórias na época e nenhum golo sofrido), falta a Koeman fazer o ‘resto’: ganhar os jogos em que é preciso arriscar…
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