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Correio da Manhã

Opinião
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Francisco José Viegas

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A 'Corte do Norte’ é um dos mais belos e enigmáticos romances de Agustina Bessa-Luís. Para isso contam não só o talento eterno e o altíssimo momento da autora na época (1987) mas também o cenário (a Madeira) e um enredo pós-romântico de traições, paixões e desacertos.

Francisco José Viegas 16 de Março de 2009 às 00:30

 Nessa altura, a crítica e a academia não lhe prestaram muita atenção (praticamente, só a aclamaram de novo em ‘Vale Abraão’, deixando passar em branco duas obras monumentais: ‘Prazer e Glória’ e ‘Eugénia e Silvina’).

João Botelho redescobriu o génio de Agustina filmando ‘A Corte do Norte’, um retrato sublime de homens e mulheres atraiçoados pelo destino, como só ela soube pintar, com estilo, ironia, crueldade e (aí está o segredo) clemência para com os desesperados. É um romance muito belo, que se deve reler.

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