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Piloto morre em corrida de motos no Estoril

Francisco José Viegas

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Não é preciso saber quem é o milionário Nasser Al-Khelaïfi para perceber que as regras agora apresentadas aos sócios do Paris Saint-Germain são absurdas para um espectador de futebol, tal como a proibição de se levantar do lugar, de fotografar, de fumar ou de dizer palavrões durante os jogos.

Francisco José Viegas 26 de Agosto de 2013 às 01:00

Vamos e venhamos: tudo tem justificação. É só querer. Levantar-se do lugar pode impedir os que estão atrás de ver o relvado. Fotografar pode violar o código de direitos de autor e banalizar o trabalho dos profissionais. Fumar pode incomodar o parceiro do lado e faz mal à saúde. Dizer palavrões não é nada agradável de ouvir. Por isso, Nasser Al-Khelaïfi, presidente do clube francês, originário do Qatar, vem civilizar a Europa e o modo de ver futebol. No estádio do PSG, os desordeiros e malcriados têm os dias contados. Ibrahimovic vai poder falhar golos de baliza aberta sem se ouvir um pio nas bancadas.

 

Ler os clássicos. Esta é a proposta da Gradiva, que a meio deste verão publica uma antologia de textos de Cícero (106 a.C.-43 a.C.) subordinada ao mais estranho dos temas e dos títulos: ‘Como Governar um País?’ Ora aí está.

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