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Francisco José Viegas

Blog

A Livraria Lello, no Porto, pondera cobrar bilhete a quem entra. Compreende-se.

Francisco José Viegas 1 de Abril de 2013 às 01:00

É considerada uma das livrarias mais belas do mundo e recebe, por isso, muitas visitas de turistas – que já pagam dois euros quando integrados em grupos organizados. Por isso, a Lello invoca o direito de compensar "o desgaste" provocado pelo excesso de entradas de pessoas que vão apreciar o mobiliário e a arquitetura de interior. Não é isso que acontece em outras livrarias, como a Ateneo, de Buenos Aires, ou a Selexyz Dominicanen, em Maastricht, ou a Shakesperare & Co., em Paris (que era frequentada por Hemingway, Pound, Fitzgerald, ou Joyce): na verdade, belíssimas que são, cumprem a tarefa e o destino de vender livros, numa época difícil. A Lello, que já vende outros produtos além de livros (e faz bem), tem toda a liberdade para cobrar aos visitantes. Terá é de acrescentar alguma coisa ao seu belo espaço.

A 12 de abril, oito anos depois da eleição de Joseph Ratzinger como Bento XVI, a Bertrand publica ‘Os Abutres do Vaticano’, de Eric Frattini, o autor de ‘Mossad’, ‘Cosa Nostra’ e ‘Os Espiões do Papa’, entre outros.

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