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Francisco José Viegas

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Alguns dos seus acordes aparecem nos filmes de Woody Allen – são um misto de melancolia e humor, coisa que evoca diretamente a figura do guitarrista Django Reinhardt (1910-1943), o homem que poderia ter alterado o som do jazz se não tivesse morrido aos 43 anos, a 16 de maio, há exatamente 60 anos – e se não fosse belga com origens ciganas, mas isso é outra história.
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Por Francisco José Viegas|16.05.13
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Para quem ouve ‘Nuages’, um dos seus grandes temas, ‘Stardust’, a sua versão de ‘All the Things You Are’ ou ‘Blues for Ike’ (dedicado a Duke Ellington, com quem tocou nos anos 40 em Nova Iorque), Django só pode estar no grande palco do jazz, que muitas vezes dividiu com Stéphane Grappelli, mas onde lhe está reservado um lugar de primeira linha. É aí que o encontro, o cigarro dependurado da boca, a guitarra entre as mãos – a guitarra que, no jazz, esteve sempre em plano secundário, salvo quando Django Reinhardt é evocado.

Pedro Correia escreveu um dos livros mais tentadores do mês: ‘Vogais e Consoantes Politicamente Incorrectas do Acordo Ortográfico’, dedicado ao assunto e publicado pela Guerra e Paz. Apetece discuti-lo, sim senhor.

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