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Francisco José Viegas

Blog

O Prémio Man Booker, um dos mais importantes galardões literários do mundo de língua inglesa, deixa de estar confinado ao Reino Unido e à sua comunidade.

Francisco José Viegas 19 de Setembro de 2013 às 01:00

Mais: não se alarga apenas aos EUA. Mais: é para todos os que escrevem em língua inglesa, em todo o Mundo, qualquer que seja a sua nacionalidade. É uma boa ideia, por princípio. Veja--se a Portugal Telecom por exemplo, que mantém – no Brasil, e apenas aberto à edição brasileira – o prémio literário mais importante, em termos monetários e de prestígio.

Não existe (à parte os prémios Leya, para inéditos, e o Saramago, para autores até aos 35 anos) uma distinção semelhante, que escolha "o livro do ano", aberta a todos os que falam Português, qualquer que seja a sua nacionalidade. Mas seria muito importante que existisse. Quem sabe se a Portugal Telecom não está disponível para essa importante decisão cultural e de marketing? Vá, coragem.

 

Uma das maiores surpresas da temporada literária – garanto – é portuguesa: trata-se da estreia da poetisa Ana Luísa Amaral na ficção, com ‘Ara’ (edição Sextante, já nos primeiros dias de outubro). Confessional e belíssimo.

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