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Correio da Manhã

Opinião
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20 de Dezembro de 2002 às 00:00
Mas a proposta chumbada alteração do Rendimento Mínimo Garantido apresentada pelo Governo assentava num princípio de bom senso: não faz sentido os contribuintes pagarem a ociosidade de jovens válidos para o trabalho.

A política de rendimento mínimo deve ser exclusiva para as pessoas que não têm meios para garantir o seu sustento. O facto de o Estado garantir um subsídio a um jovem que poderia estar a trabalhar ou em formação profissional é uma lição negativa que passa a essas pessoas, até porque têm de aprender que na vida real não há almoços grátis. A obrigação do Estado deveria ser a de proporcionar aos jovens bons cursos para que adquiram competências profissionais.
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