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Correio da Manhã

Opinião
Piloto morre em corrida de motos no Estoril

F. Falcão-Machado

Bons propósitos

Enquanto os partidos fazem rugir os seus motores nas ‘pole positions’ da corrida eleitoral, outras coisas vão sucedendo por esse mundo fora. Na semana passada, o G8, que congrega os países mais ricos do mundo, esteve reunido em Deauville, França.<br/><br/>

F. Falcão-Machado 3 de Junho de 2011 às 00:30

Como é uso, o G8 convidou governantes de mais alguns países, variando o critério da sua escolha em função do momento e dos assuntos. Será de assinalar não só a comparência dos presidentes do Conselho Europeu e da Comissão Europeia, mas também o papel activo que o Presidente dos EUA, Obama, chamou a si.

No extenso comunicado final da reunião foi utilizada uma linguagem cuidada que deve reflectir o modo como os diversos temas da agenda terão sido abordados – o que não é de admirar face às actuais convulsões do nosso planeta. A componente política desse documento alude com ênfase à necessidade de preservar a causa da liberdade e da dignidade humana e encoraja a democratização dos estados árabes, aos quais se prometem amplos apoios. Quanto ao seu capítulo económico-financeiro, é abrangente nas análises, mas contido nas propostas.

O país anfitrião, a França, logrou manter a liderança do FMI com a indigitação, por unanimidade, da ministra Christine Lagarde para o cargo. O que não foi pouco.

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