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Correio da Manhã

Opinião
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15 de Dezembro de 2007 às 00:00
Começou por fazer questão de se excluir da Cimeira com África caso Mugabe estivesse presente, e este veio cobrando-lhe a promessa e obrigando-o a ficar em casa. Ao mesmo tempo o escocês manobrava no sentido de transferir a assinatura do Tratado da Reforma para Bruxelas como se se sentisse mais agasalhado perto do Mar do Norte do que no meridiano de Lisboa. Finalmente matinou com os deputados na Câmara dos Comuns, onde cumpriu calendário, à hora da cerimónia nos Jerónimos.
O primeiro-ministro britânico conseguiu assim ser o último a assinar o Tratado de Lisboa no que pode ser interpretado como um sinal de relutância. Não estará na hora de o convidar a vir a Portugal celebrar a amizade luso-britânica?
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