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Correio da Manhã

Opinião
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27 de Setembro de 2005 às 00:00
Os adversários eram os ideais para uma equipa que tinha feito um dos piores inícios de campeonato da sua história: dois dos três últimos classificados da Liga. Sorte a do Benfica. Mas sobretudo mérito – o de aproveitar a sorte e o de fazê-lo de uma forma tão eficaz e demolidora.
Frente à U. Leiria inaugurou o marcador logo aos dois minutos e arrancou para uma goleada de 4-0. Esta semana, o segundo minuto passou e o Penafiel pensou que podia respirar. Puro engano: aos cinco minutos, Nuno Gomes mostrou que está empenhado em estar no Mundial’2006 e Simão só tardou mais sete a arrumar o jogo. Estas fulminantes exibições, potenciadas pela vitória no regresso à Liga dos Campeões, relegaram para o baú do esquecimento os fantasmas do início negro.
Para já, porém, só mesmo os mais ferrenhos acreditam que eles vão lá ficar para sempre. Porque os demais sabem que nem só de uma dupla sólida de centrais e outra concretizadora de avançados se faz uma equipa. Mas ajuda, e muito como se tem visto. Resta saber se Koeman vê o suficiente para não voltar a vestir o fato de inventor.
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