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Correio da Manhã

Opinião
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3 de Abril de 2005 às 00:00
Este Papa mostrou uma coerência de vida bastante consonante com aquilo que pregou. Há quem o acuse de ser muito conservador nas causas que defendeu, designadamente na causa da defesa da vida, mas ele próprio deu o exemplo.
O que aconteceu foi por expressa vontade dele. Diante de momentos como este, podemos ter uma atitude de desistência ou de coragem, e o Papa optou pela coragem, por agarrar-se à sua Cruz.
Aliás, é curioso que ele tenha pedido para que lhe rezassem a oração da Via Sacra: ele quis encontrar nos passos de Cristo a caminho da Paixão uma inspiração e uma força. Esperamos que a Igreja, que encontrou neste Papa um homem de convicções, não deixe apagar as causas pelas quais ele se bateu.
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