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Correio da Manhã

Opinião
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F. Falcão-Machado

Conselho de Segurança

Portugal assumiu, desde o passado dia 1 de Janeiro, um lugar de membro não permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas (CS). Como se recordará, o nosso país foi eleito em finais de 2010, após uma renhida campanha que teve o mérito de chamar a atenção da diplomacia nacional tanto para matérias como para regiões que, ultimamente, talvez não estivessem a ocupar o devido lugar na nossa agenda de política externa.

F. Falcão-Machado 7 de Janeiro de 2011 às 00:30

Ora, numa altura em que as nossas preocupações têm sido muitas e bem diferentes, é reconfortante constatar que a Comunidade Internacional confiou a Portugal um assento num dos órgãos políticos mais influentes do mundo. De facto, segundo o direito internacional, o CS continua a ser a entidade que tem a última palavra em todas as questões de paz e de guerra. E apesar de o voto dos membros do CS ser desigual, nada impede que os membros não permanentes usem essa tribuna para fazer ouvir a sua voz.

São variados e complexos os temas inscritos na ordem de trabalhos do CS: Médio Oriente, Coreia, questão nuclear iraniana, Sudão, etc., além de que podem sempre surgir outras ameaças inesperadas à paz e segurança internacionais. Mas que nos fique a certeza de que a experiência e o talento dos responsáveis pela política externa portuguesa não deixarão de dar um valioso contributo aos trabalhos daquele Conselho.

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