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Correio da Manhã

Opinião
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Piloto morre em corrida de motos no Estoril

Paulo Rodrigues

Consistência às palavras

Ontem, o ministro Miguel Macedo afirmou que o "combate à criminalidade não vai abrandar", apesar dos "apertos orçamentais". Nada de novo, portanto. Há muito que os apertos orçamentais afectam a PSP e, se o combate à criminalidade não abranda, não é aos sucessivos governos que tal se deve.

Paulo Rodrigues 10 de Setembro de 2011 às 00:30

É antes ao espírito de missão dos homens e mulheres da Instituição, que fazem o impossível para dar resposta às necessidades dos cidadãos. Por isso, está na altura de reconhecer essa dificuldade e esse mérito aos profissionais da Polícia, indo ao encontro dos anseios e das expectativas que foram criadas quando decidiram escolher uma profissão que rapidamente se transforma num modo de vida. Nesta altura, os polícias não pedem mais do que aquilo a que têm direito, seja o cumprimento da lei, seja pelas condições mínimas de trabalho, cuja ausência motivou uma queixa da ASPP/PSP junto da OIT. Continuar a pedir sacrifícios é entrar num caminho perigoso e continuar a desvalorizar os profissionais da PSP vai trazer, talvez mais cedo do que se julga, graves prejuízos.

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