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Correio da Manhã

Opinião
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Magalhães e Silva

Constâncio revisitado

Foi com alguma perplexidade que se ouviu Constâncio fazer previsões sobre o défice de 2005, como se se tratasse de ciência certa, permitindo que o novo Governo, no fim do ano, pudesse fazer um brilharete, com a redução que alcançaria. <br/><br/>

Magalhães e Silva 8 de Maio de 2011 às 00:30

Porque não se tratava de ciência certa, a interpretação geral foi a de que o Governador do BdP, quebrando uma saudável tradição, usara a autoridade que lhe advinha da independência com que o cargo sempre tinha sido exercido, para fazer um frete a Sócrates.

Cesteiro que faz um cesto, a partir daí foi um corrupio de favores, a culminar no assalto ao BCP, para o Governo poder abrir as portas ao controlo do Banco pela Sonangol.

A prática está a consolidar-se. Agora é o novo Governador, Carlos Costa, a fazer de líder da oposição, tonitruando que a administração financeira do Estado, nos últimos anos, é um desastre – no que muitos convirão – e que os responsáveis deviam sentar-se no banco dos réus, como se, a haver crime, precisasse o MP do encorajamento do Governador do BP.

De Carlos Costa exigia-se que cumprisse as suas funções de Supervisor, e não que usasse o cargo para sound bytes de comício. Que lástima!

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