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Correio da Manhã

Opinião
25 de Maio de 2003 às 00:00
Torna-se urgente encararmos isto como um alerta para que todas as instituições com responsabilidades trabalhem afincadamente na propositura de valores autênticos.
É absolutamente necessário apostar de forma inequívoca numa formação que promova os valores humanos e ético-morais, tendo em vista a construção de novas pessoas, com convicções interiores e sem vidas escuras e escondidas.
Enfrentamos hoje o problema de se relativizar tudo, promovendo-se a valorização do imediato, agindo-se sem pensar ou ter qualquer noção sobre as consequências e o futuro. Há uma confusão muito grande entre felicidade e prazer. Em detrimento da felicidade, com valores sérios e fundamentados, tem-se privilegiado prazeres imediatos e que nem sempre levam à felicidade.
A Igreja tem papel fundamental para mudar esta realidade, procurando dar à sociedade a espiritualidade que lhe falta. Enquanto não se investir na formação de consciências, dificilmente poderemos alguma vez sair e inverter este caminho.
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