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Correio da Manhã

Opinião
4
6 de Janeiro de 2004 às 00:00
SIM
A solidariedade não se mede em cifrões. A jovem nação timorense precisa de todo o apoio para crescer, para desenvolver-se, para recuperar dos tempos da opressão indonésia e Portugal tem de estar na primeira linha das ajudas, mesmo que isso represente algum sacrifício. Não pode é abandonar o povo irmão por quem lutou, anos a fio, nas instâncias internacionais.
Paulo João Santos - Editor de Sociedade
NÃO
Os gestos de solidariedade entre os povos são louváveis e importantes, mas é preciso primeiro ter a ‘casa arrumada’, para, depois sim, poder pensar-se em participar em esforços colectivos. Mesmo tratando-se de Timor, uma ajuda financeira de 50 milhões de euros não surge na altura apropriada, quando há restrições orçamentais tão significativas para os portugueses.
João Monteiro - Subeditor de Portugal
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