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Correio da Manhã

Opinião
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18 de Março de 2009 às 00:30

A ânsia de protagonismo leva à preocupação de procurar sempre o delinquente profissional, organizado e violento que reforce a ideia da especialização que justifique reivindicar o aumento do estatuto profissional dos que se deveriam preocupar com a segurança pública.

A Neocriminalidade, sofisticada e com cada vez melhores meios materiais e maior destreza dos intervenientes, sobretudo no crime violento, financeiro e tráfico de droga, exige combate centralizado, grande capacidade tecnológica e intensa Cooperação Internacional, especialmente dos mecanismos tradicionais, Interpol, Europol e Schengen.

Faltam novos instrumentos para a Investigação Criminal e fortalecer estruturas bilaterais de Cooperação Internacional de combate a crime organizado e transnacional, reforçando-se a cooperação com países da CPLP, através de estável e dinâmica rede de oficiais de ligação.

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