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Correio da Manhã

Opinião
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10 de Julho de 2009 às 00:30

Neste contexto, o Governo em causa fará o seguinte: atribuirá os investimentos a privados e, no caso em que os investimentos sejam inúteis ou simplesmente exagerados, assegurar-lhes-á as receitas, no futuro, que permitam a esses promotores, verdadeiros patriotas, obter os financiamentos.

Se tal não bastar, o Governo porá ao dispor dos seus parceiros privados garantias públicas e até poderá arranjar uns jornalistas habilidosos que estejam dispostos a enaltecer o fantástico que é para o Estado receber no imediato fortunas pelas garantias que presta. É claro que não valerá a pena referir que no futuro os contribuintes assegurarão receitas que mais do que pagarão os custos dessas garantias e ainda uma rendibilidade exigente, que os tempos não estão para facilidades com a banca.

De que país estaremos a falar? Só pode ser de um onde os pais ou andem distraídos ou não gostem dos filhos e onde as crianças não votem.

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