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Correio da Manhã

Opinião
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1 de Junho de 2004 às 00:00
Que o diga o teólogo e antigo seminarista Vitorino Brandão, líder do movimento que defende os doentes e que tem o meritório objectivo de pôr a saúde portuguesa ao mesmo nível da de França. Visita habitual a hospitais do Grande Porto, o líder do novo partido crítica os jovens médicos cheios de vontade, mas “com falta de experiência”.
Sem experiência na política, mas conhecido do fado, Gonçalo da Câmara Pereira só pede 100 mil votos para o PPM. Apesar do optimismo de quem quer promover o “nosso fado, o folclore, a nossa tourada e os nossos usos e costumes”, Gonçalo sabe que na música 100 mil discos dão direito a dupla-platina e não é todos os dias que um fadista consegue esse objectivo.
Outro modo bem mais heterodoxo de defender os “nossos usos e costumes” é proposto pelo Partido Nacional Renovador (o ex-PRD) que, nascido na órbita do General Ramalho Eanes, acabou na extrema-direita.
A CDU mantém a mesma cassete com a música que já dura há várias campanhas. Com banda sonora inovadora aparece a Força Portugal. A coligação governamental aposta no Rap e também não esquece as minorias que não conseguem ouvir, utilizando um intérprete de língua gestual.
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