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Correio da Manhã

Opinião
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F. Falcão-Machado

Cruz Vermelha

A 17 de Fevereiro de 1863, faz hoje 148 anos, o suíço Henry Dunant reuniu um ‘Comité Internacional de Socorro aos Militares Feridos’, destinado a garantir-lhes assistência nos teatros de guerra. Daí nasceria o Comité Internacional da Cruz Vermelha.

F. Falcão-Machado 17 de Fevereiro de 2012 às 01:00

Henry Dunant, um homem de negócios, havia testemunhado os efeitos devastadores da batalha de Solferino (1859), no Norte de Itália, e divulgara a sua traumática experiência num livro, ‘Lembrança de Solferino', que teve impacto mundial. Nele, Dunant propunha-se preparar, durante os períodos de paz, voluntários para cuidarem dos feridos em caso de guerra e celebrar um acordo internacional de protecção desses voluntários nos campos de batalha. Assim começaram as Convenções Humanitárias de Genebra, a que aderiram praticamente todos os países do mundo. Em 1901, Dunant seria galardoado com o primeiro Prémio Nobel da Paz.

Merecem pois todo o louvor as constantes intervenções da Cruz Vermelha Internacional, que tanto sofrimento têm evitado e cujos estatutos, aliás, impedem os seus agentes de se aproveitar de qualquer forma de protagonismo individual.

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