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Correio da Manhã

Opinião
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5 de Janeiro de 2008 às 00:00
Não podemos deixar de estar mais de acordo, apesar de reconhecermos que, após a posição assumida pelo governo francês, o risco de atravessar a Mauritânia era muito grande. Contudo, a organização francesa caiu de joelhos face à alegada ameaça. O terror venceu. Teria sido mais corajoso e digno seguir em frente até Marrocos e terminar aí – como foi sugerido pela Lagos Sport – recusando trunfos aos terroristas. Em 2009 poderá haver outro rali Dakar, mas dificilmente poderá chegar ao Senegal. A grande aventura, idealizada por Thierry Sabine no dia 26 de Dezembro de 1979, em Paris, morreu a 4 de Janeiro de 2008.
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