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Correio da Manhã

Opinião
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F. Falcão-Machado

Defesas

O desassossego que se tem feito sentir pontualmente nos meios castrenses não pode ser interpretado de forma redutora. De facto, não se trata de uma mera reivindicação corporativa semelhante a outras que por aí vão aflorando. O que na verdade está em causa tem a ver com a nossa História e com a nossa identidade.

F. Falcão-Machado 1 de Março de 2013 às 01:00

É certo que a crise financeira geral está a ter consequências nas estruturas militares mais importantes do mundo. No caso das Forças Armadas norte-americanas preveem-se reduções significativas - cerca de 45 biliões de dólares (17,5%) no respetivo orçamento de operações e manutenção. Por outro lado, o Secretário-Geral da Nato, Sr. Rasmussen, já alertou os ministros da Defesa dos 28 países membros para o facto de cortes cegos nos recursos dessa organização internacional - imprescindível para a segurança coletiva - poderem afetar as respetivas capacidades militares.

No caso português, a preocupação manifestada pelos mais altos responsáveis deverá corresponder a uma garantia de que as limitações que venham a ser impostas nunca porão em causa a dignidade da Instituição militar e a sua indispensável operacionalidade.

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