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Correio da Manhã

Opinião
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12 de Setembro de 2010 às 00:30

A verdade é que a realidade vivida nas polícias é bem diferente do sentido dos discursos do ministro - e o agravamento das acções de luta que se avizinham é o reflexo do protelamento na resolução de problemas fundamentais que afectam a generalidade de elementos das forças de segurança.

A taxa de execução do Orçamento do MAI está muito longe de corresponder ao aumento anunciado de 13% - o que se conhece são discursos e investimentos a conta-gotas para suprir necessidades pontuais ou para preencher calendário político. Neste último trimestre, novas preocupações se levantam, sobretudo por tudo indicar que será também norteado por medidas restritivas, com reflexos nos direitos e nos salários dos elementos das forças de segurança, que, no caso da GNR, assumem ainda consequências mais gravosas, na medida em que se espera desde Janeiro a transição para o novo regime remuneratório, o desbloqueamento das promoções em atraso, entre outros assuntos que se vão agravando há anos.

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