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Correio da Manhã

Opinião
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Piloto morre em corrida de motos no Estoril

Miguel Alexandre Ganhão

Disparar para salvar

Wellington e Nilton foram baleados porque assaltaram um banco, fizeram reféns que estiveram em claro risco de vida e, durante oito horas, não se renderam às autoridades policiais, que, repetidamente, pediam o fim pacífico do sequestro. Estes são os factos.

Miguel Alexandre Ganhão(miguelganhao@cmjornal.pt) 12 de Agosto de 2008 às 00:30

Trazer o assunto da nacionalidade para esta questão é um insulto. Em primeiro lugar à comunidade brasileira residente em Portugal, constituída por milhares de homens e mulheres honestos que procuram ganhar a vida fora do seu país. É um insulto a todas as minorias que aqui residem e trabalham e, finalmente, é um insulto aos cidadãos portugueses.

O que se espera da polícia é que actue, com eficácia, em caso de interrupção da ordem pública, seja ela provocada por brasileiros, portugueses, africanos ou cidadãos de Leste. Um dos atractivos de Portugal enquanto País receptor de imigrantes é a segurança. Todos exigem protecção contra os criminosos que não respeitam as leis da convivência social. O que as autoridades fizeram foi mostrar, a todos os cidadãos (independentemente da nacionalidade), que Portugal continua a ser um País seguro, onde as leis são para cumprir.

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