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Correio da Manhã

Opinião
2 de Outubro de 2011 às 01:00

Desse modo, e para cumprir os objectivos aprovados pela Troika e pelo Estado Português, será necessário um esforço adicional no II Semestre do corrente ano.

A essa luz, compreende--se agora o facto de o Primeiro-Ministro ter solicitado ao País um eventual esforço para além do que estava previsto, invocando a necessidade de se cumprir o que estava comprometido com a Troika.

As vozes críticas habituais, incluindo alguns da área socialista, vieram logo a terreno atacar o discurso do P.M. Afinal ele tinha razão. É que, para compensar a insuficiente acção do passado, era preciso introduzir sacrifícios bem maiores no presente.

O P.M. foi prudente, e interiormente não acreditou no desempenho do anterior Governo. Tinha razão, mas infelizmente vão ser de novo os cidadãos a pagar os desvarios de Sócrates, as omissões de Constâncio e as cedências de Teixeira dos Santos.

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