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Paulo Morais

Esperança ameaçada

Ao fim de apenas três anos, parecem ressuscitar os fantasmas dos ayatolas, do fanatismo religioso e do terrorismo. Se a comunidade das nações esquecer a "Primavera Árabe", esta terá o mesmo desfecho de outras primaveras da história.

Paulo Morais 24 de Maio de 2014 às 00:30

A "Primavera Árabe" trouxe consigo a esperança da democracia e do desenvolvimento no Próximo Oriente e parecia constituir um fator de aproximação entre o Islão e o mundo Ocidental. Mas, ao fim de apenas três anos, parecem ressuscitar os fantasmas dos ayatolas, do fanatismo religioso e do terrorismo.

A "Primavera" nasce na Tunísia, num ato cujas consequências não se anteviam. O jovem vendedor ambulante tunisino Mohamed Bouazizi, impedido por uma polícia despótica de vender laranjas na rua,...

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Primavera Árabe esperança fanatismo religião democracia Médio Oriente
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