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Correio da Manhã

Opinião
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Piloto morre em corrida de motos no Estoril

Armando Esteves Pereira

Estado paralelo

As receitas da troika são dolorosas, mas inevitáveis, num país que perdeu a soberania financeira porque já não conseguia convencer os credores a emprestar mais dinheiro.

Armando Esteves Pereira(armandoestevespereira@cmjornal.pt) 8 de Maio de 2011 às 00:30

A conta é dolorosa para as famílias, que pagam os sucessivos erros políticos, a má gestão da ‘res publica’, os ruinosos contratos do Estado. Por incompetência e em alguns casos por gestão danosa que provocou o enriquecimento de poucos à custa do sacrifício do bem comum, o Estado ficou sem crédito e contagiou o sistema bancário, que por causa da má fama do País também viu fechadas as torneiras do financiamento externo.

Poul Thomsen, do FMI, fez o diagnóstico correcto: "O principal problema do sector público é o descontrolo da despesa, incluindo as despesas públicas e PPP [parcerias público-privadas]." Um verdadeiro Estado paralelo.

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