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Correio da Manhã

Opinião
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Carlos Garcia

Estratégias

A ASFIC tem vindo a realizar um esforço imenso para combater o crescimento de um campo securitarista apoiado por poderosos interesses com uma componente subterrânea.

Carlos Garcia 20 de Maio de 2012 às 01:00

A par de um jogo obscuro, as hierarquias das Forças e Serviços de Segurança do MAI vão desenvolvendo uma estratégia aberta de ocupação de espaço, designadamente, no mundo académico, aparecendo cada vez mais a palestrar sobre crimes e atribuições reservadas da PJ, com o fito de criar na opinião pública a ilusão que a PJ já é dispensável.

Vamos vendo, felizmente, quadros e ex-quadros da PJ a desenvolver um esforço para contrabalançar esta campanha de destruição da PJ, o que louvamos. Neste contexto, condenamos a recusa da Direcção Nacional da PJ em fazer--se representar numa conferência realizada no passado dia 17, na Universidade Lusíada, sobre tráfico de estupefacientes, deixando assim que alguns representantes de outras Forças de Segurança pudessem ‘brilhar’ e mais facilmente iludir os presentes quanto ao papel que desempenham no terreno. Talvez seja por isso que esta Direcção da PJ mereça os maiores encómios do ‘inimigo’.

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