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Correio da Manhã

Opinião
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14 de Agosto de 2003 às 00:00
De acordo com as leis tributárias gerais e eficazes, para o bem comum. Num momento em que toda a sociedade portuguesa se volta para as vítimas dos incêndios, num gesto gigante de carinho e apoio material, o Estado só pode estar na primeira linha. O Estado é o conjunto de governantes e governados. A nenhum cidadão é possível ficar de fora e quem governa tem de responder a todos. Obviamente, o Estado tem todo o direito de cobrar o IVA sobre os telefonemas do “Portugal Solidário” e nem seria necessário invocar Bruxelas. Basta aplicar a lei, como está, justa e feita a pensar no bem comum. Por seu turno, os cidadãos ficam mais conscientes da importância da sua acção cívica, exigindo e controlando a actividade do Estado. Convictos da importância do Estado ser mesmo uma pessoa de bem, acima de qualquer suspeita,e jamais uma clique de governantes e funcionários negligentes e corruptos. É por isso que temos de olhar para o Fisco e para a Justiça com a mesma atenção e exigência que sempre sentimos pela Saúde e pela Educação. E exigir na mesma medida em que cumprimos.
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