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Correio da Manhã

Opinião
6 de Abril de 2010 às 00:30

Yannick tem sido, de há umas temporadas para cá, uma esperança que tarda em explodir, quer porque as lesões não o têm largado, quer porque se afunda em estados de forma (de alma?) que o fazem desaparecer das contas dos treinadores.

A intermitência tem sido a sua imagem de marca. Quase a atingir os 24 anos de idade, dir-se-á que está na altura do sim ou sopas, de se afirmar como um futebolista de eleição ou de se manter uma incógnita permanente.

A sua capacidade de explosão e o poder de desmarcação das suas diagonais podem fazer dele um avançado raro no futebol português, como deixou bem patente com a sua exibição nesta jornada. Marcou três golos, um deles (o último) monumental.

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