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Joana Amaral Dias

Festa do tontal

No Pontal, Passos Coelho anunciou sempre a retoma. E de todas as formas falhou.

Joana Amaral Dias 17 de Agosto de 2013 às 01:00

No Pontal em 2010, Passos Coelho, acabadinho de chegar a líder do PSD, prometia lutar contra o aumento de impostos.

Em 2011, já Primeiro-Ministro, garantia que faria a racionalização do Estado.

Em 2012, anunciava que este ano seria "de inversão na situação da atividade económica".

De uma forma ou de outra, no Pontal anunciou sempre a retoma. E de todas as formas falhou. Os impostos explodiram, as gorduras do Estado foram praticamente reduzidas aos salários e este ano choveu mais desemprego e recessão.

Já se sabe que a melhor forma de prever o comportamento futuro é considerar o passado e este ano não é diferente. Bem pode tentar aproveitar os números da economia, desprezando o efeito Tribunal Constitucional, a sazonalidade ou o papel da Galp nas exportações. Enquanto não mudar o rumo, o destino será o mesmo. No Pontal, Passos Coelho faz sempre aquela figura do tipo que ao ver outro a cair do 25º andar, ao passar pelo 8º, diz "Nada mau, afinal ainda não lhe aconteceu nada".

Para o ano, com o país estatelado, deve acrescentar: "ufa, podia ter sido pior."

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