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Correio da Manhã

Opinião
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4 de Maio de 2010 às 00:30

Porque ainda antes do caso Hulk, das lesões e das oscilações de forma de alguns históricos, o caminho para a instabilidade começou nas dificuldades para gerir a herança de Lucho.

Mais fantasista e imprevisível do que ‘el comandante’, Belluschi confirmou ser, também, menos consistente no rendimento. E a personalidade menos vincada do que a do antecessor fez com que, nos primeiros sete meses da temporada, as provas de um talento indiscutível parecessem sempre demasiado dispersas.

Além do regresso de Hulk e da afirmação de Guarín, a boa recta final de Liga do FC Porto coincide com o crescimento da sua influência, que atingiu o ponto máximo neste domingo. Tarde de mais para salvar a época. Mas muito a tempo de reservar lugar para o futuro imediato.

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