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Correio da Manhã

Opinião
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Piloto morre em corrida de motos no Estoril

Leonardo Ralha

Gangbang literário

Sasha abandonou a pornografia pelo seu pé, mas não se envergonha ou arrepende do que fez.

Leonardo Ralha 29 de Setembro de 2013 às 01:00

O romance ‘Juliette Society’, que a ex-estrela de pornografia Sasha Grey apresentou em Lisboa, não é uma obra-prima, tal como 99,99 por cento dos primeiros livros escritos seja por quem for.

Tem, no entanto, o condão de revelar uma autora que escreve sobre sexo com conhecimento de causa, mas também lança um olhar sobre as fantasias femininas, mais credível do que ‘As 50 Sombras de Grey’. É provável que algumas pessoas nunca sejam capazes de pensar na californiana sem a imaginaram a interagir com um pénis, ou mesmo com vários, como nas centenas de filmes para adultos que gravou entre os 18 e os 21 anos.

Ela pouco se importa.

Sasha abandonou a pornografia pelo seu pé, mas não se envergonha ou arrepende do que fez, provando que integridade e gangbangs não são necessariamente incompatíveis.

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