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Correio da Manhã

Opinião
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Piloto morre em corrida de motos no Estoril

Fernanda Cachão

Gaspar e o dobermann

A minidescida da sobretaxa do IRS vem acompanhada pelo aumento da carga fiscal em coisas como o subsídio de refeição e as gorjetas. Vítor Gaspar é nosso amigo. O Governo teria de ir buscar receitas a algum lado. Propomos, por isso, que se cobrem os seguintes impostos (grão a grão enche o défice o papo).

Fernanda Cachão 20 de Novembro de 2012 às 01:00

a) Andar de bicicleta. Acordai senhores, a actividade é popular. Aplicai um imposto volante.

b) Andar a pé pela cidade. Se tantas cidades europeias aplicam já taxas de circulação porque não taxarmos o uso dos nossos passeios?! Podemos também taxar a utilização de paralelepípedos da calçada portuguesa durante as manifestações (reverte para a Administração Interna).

c) Os cães de raça estão na moda. Se o senhor ministro der uma volta a pé encontrará donos embevecidos, óptimos contribuintes. É claro que deve considerar uma taxa pequenina para os Brack de Weimar – Portugal não pode melindrar os alemães.

Poderíamos continuar a assessorar a austeridade deste Governo, mas o espaço é curto e o assunto não aguenta muitas brincadeiras.

*Ah! Os dobermann devem ficar isentos. O cão foi criado pelo alemão Louis Dobermann, que era cobrador de impostos.

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